Museu Marítimo de Ílhavo
HOMENS E NAVIOS DO BACALHAU

Arquivo digital que documenta as campanhas bacalhoeiras desde o início do século XX

“O Lugre” de Bernardo Santareno, com encenação de Graeme Pulleyn

20 de Outubro de 2016 a 22 de Outubro de 2016
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O Museu Marítimo de Ílhavo vai repor “O Lugre - Projeto de Teatro Comunitário” nos dias 20, 21 e 22 de outubro, após o sucesso obtido na estreia, realizada a 18 de maio. “O Lugre - Projeto de Teatro Comunitário” propõe uma exploração contemporânea do texto clássico de Bernardo Santareno, sobre o bacalhau e a pesca à linha. No contexto único e inspirador do Museu Marítimo de Ílhavo, os espaços tiveram um papel fundamental no processo de trabalho e de descoberta de uma forma atual de apresentar esta emocionante peça de teatro. O sofrimento e as vitórias daqueles pescadores pertencem ao passado, mas as palavras de Santareno ainda têm muito para nos fazer refletir sobre o nosso presente e o nosso futuro.

 

"O Lugre", de Bernardo Santareno
Projeto de teatro comunitário encenado por Graeme Pulleyn

 

20, 21 e 22 de outubro (quinta, sexta e sábado), às 21h30

Salas da Faina Maior e dos Mares – Museu Marítimo de Ílhavo

M/6 anos | €3,00

Limitado a 100 pessoas

Bilhetes disponíveis no Museu Marítimo de Ílhavo e Navio-Museu Santo André

 

“O Lugre - Projeto de Teatro Comunitário” começou no início de 2016, no contexto da reedição de “Nos Mares do Fim do Mundo”, outra obra de Bernardo Santareno, à qual o Museu Marítimo de Ílhavo se associou.


Graeme Pulleyn
Nasceu no norte de Inglaterra em 1967. Estudou Teatro na Universidade de Warwick e veio para Portugal em 1990, como voluntário
num projecto de desenvolvimento comunitário na Serra do Montemuro (Castro Daire, Viseu). Acabou por viver durante 15 anos na serra, e cofundou o Teatro Regional da Serra do Montemuro (TRSM). Foi diretor artístico e trabalhou como ator e encenador em
espetáculos como Lobo-Wolf, Alminhas, A Eira dos Cães e Hotel Tomilho, que correram o país e a Europa de lés-a-lés, fazendo do TRSM uma das mais viajadas companhias portuguesas das últimas duas décadas. Vive em Viseu desde 2005, onde trabalha como encenador e ator independente.

Em Ílhavo tem desenvolvido diversos projetos, onde se incluem:

“Nem tudo o que vem à rede” - teatro comunitário - integrado no Festival do Bacalhau (Navio-Museu Santo André, 2015)
”A Mesa” - teatro radiofónico - integrado no Festival Rádio Faneca (Centro Cultural de Ílhavo, 2015)
“Histórias marítimas românticas” - contos - integrado no programa do Dia dos Namorados (Museu Marítimo de Ílhavo, 2015)
“Em breve nos abraçaremos” - visita encenada - integrado no Festival do Bacalhau (Navio-Museu Santo André, 2014)
“Tá Mar” - teatro comunitário - integrado no programa dos 75 anos do Museu Marítimo de Ílhavo (Centro Cultural de Ílhavo, 2012)